Você já tem um agente de terminal. Ele é afiado, e está sozinho. O Nirvana-OS o promove a maestro: você descreve o resultado em prosa e o sistema levanta as empresas, as equipes e os especialistas que entregam, vários ao mesmo tempo, com recibo de cada passo.
Um comando. Instala o motor, se conecta a todos os runtimes que encontrar, e pode rodar de novo quando quiser.
O Nirvana-OS não tem tela própria e não pede que você troque de ferramenta. Ele vive dentro do agente que você já abre todo dia. A frase abaixo é exatamente a mesma nos sete runtimes. Escolha o seu e veja acontecer.
iO motor é o mesmo em todos. Muda só o chrome do runtime — o Nirvana-OS se instala em cada um que encontra na sua máquina e responde ao ser chamado pelo nome.
Um agente sozinho responde a um prompt. Trabalho de verdade não é um prompt: é pesquisador, redator, revisor e operador puxando em direções diferentes, coordenados, com rastro. Hoje a cola é você. O Nirvana-OS tira você da cola.
Em prosa, o resultado que quer. Sem formulário, sem YAML, sem configuração.
O orquestrador lê o brief e consulta os três registros: empresas, squads e mind-clones.
Convoca a combinação certa e roda tudo ao mesmo tempo, não um prompt de cada vez.
Reconcilia o resultado atrás de um quality gate. O que não passa volta para revisão.
Cada despacho fica registrado. Você audita quem fez o quê, quando e com qual custo.
Não são conceitos abstratos: são diretórios na sua máquina, que você lê, versiona e edita. Uma única frase pode mobilizar muitos deles ao mesmo tempo.
Organizações autônomas com organograma. Cada funcionário chama squads para executar. Você descreve a empresa; o sistema escreve o organograma, os funcionários e os fluxos.
Equipes portáteis de agentes que rodam workflows reais, com DAG, portões e escalação, e entregam artefato pronto. Validados contra o Squad Protocol v5.
DNA de persona em cinco camadas, injetado nos funcionários para que pensem e falem com o método de um mestre. Um especialista que você contrata para o assento certo.
Você não escreve código, não preenche formulário e não edita configuração. Você conversa, dentro do runtime que já usa, chamando o sistema pelo nome.
O motor é grátis e público. Ele não embarca conteúdo: cria as bibliotecas vazias e você preenche, conversando. Se quiser conteúdo curado e pronto, os pacotes são o atalho.
| Você digita | Para quê |
|---|---|
npx @nirvana-os/cli | Instala ou atualiza o motor. Seguro rodar de novo. |
nrv doctor | Diagnóstico do sistema: o que está ligado, o que falta. |
nrv glance | Abre o cockpit e acompanha as execuções ao vivo. |
nrv init <dir> | Prepara um projeto novo com escopo próprio. |
O resto seu agente roda por você. Essa é a regra que a página inteira prova: você fala, o agente executa.